Veja as scans (crédito: tothetune) e a tradução do artigo publicado pela revista Nylon:
Ciência Estranha
A testa de Gerard está enrugada e seus olhos piscam intensamente. Ele passa a mão pelo cabelo sem lavar com nervosismo, fazendo com que fique como um ninho de pássaros. Então, uma pegunta. "Porque não fazem uma caixa com tudo?" Ele se aproxima. Diante dele fileiras e mais fileiras com canetas coloridas - ponta fina, grossa, pincel... se existe uma cor no planeta, com certeza está aqui.
"Eu sou sugado para esse mundo. Eu adoro canetas," diz o vocalista do My Chemical Romance. Parado em um corredor da Swain Art Suplies em Glendale, Califórnia, Way - usando jeans preto e uma camiseta do Quiet Riot - parecendo extremamente pálido, parcialmente graças às luzes fluorecentes da loja. "Eu só espero... Jesus, essas coisas são tão caras! Isso é loucura. Muita loucura. Eu tenho problemas com eles - eu compro um monte de canetas, e então não uso como deveria." Eu sugiro que ele poderia ser o primeiro rockstar com apoio de uma companhia de canetas e marcadores. "Eu adoraria conseguir esse tipo de apoio!" Eu estava brincando. "Bem, essa é a única coisa onde colocaria meu rosto!"
Hoje, Way - educado, pensativo e uma fonte sem fim de conversa - está em busca de seu Cálice Sagrado: "Uma caixa de marcadores super legal que uma fã comprou pra mim. Eu perdi no Japão. Eu desenhei o The Umbrella Academy com eles." Um graduado da School of Visual Arts, Way mergulha em seu lado fanboy escrevendo o The Umbrella Academy, um divertido, gótico comic sobre uma família disfuncional, que luta contra o crime. (Ele também esta trabalhando em outro comic, The True Lives of the Fabulous Killjoys, sobre uma caça a discos perdidos do Ramones).
Para Way, as canetas são apenas ferramentas rebuscadas para escrever; são os condutores que o ajudam a executar suas idéias - planos da banda,letras, roupas, comic-books, listas) - que ele faz eu seu caderno favorito. Esse caderno, ele explica, só pode ser encontrado em uma loja em Tokio chamada Loft - e não deixe que ele começe a falar sobre os problemas com os comuns Moleskine. "Moleskines são muito pesados," ele diz enquanto to caixa soma suas compras, junto com alguns livros de cores da Pantone. Ele espera pelo total com nervosismo - $1,823. Way entrega seu cartão de crédito com um olhar de culpa. Saindo da loja, duas garotas em um carro num sinal vermelho, gritam quando o reconhecem. Ele acena para elas e acende um cigarro.
O My Chemical Romance tem gravado o sucessor do majestoso e super conceitual The Black Parade, de 2006 - um álbum que catapultou a banda para estádios com hinos como "Welcome To The Black Parade" e "Famous Last Words" - desde o verão de 2009. Eles contrataram dois produtores conhecidos para isso, Brendan O'Brien (Bruce Springsteen, Pearl Jam) que fez as faixas mais viscerais, e Rob Cavallo que produziu o The Black Parade (e Green Day), um mesmo de épicos pop-rock. O arsenal de músicas novas da banda já é impressionante, e consideravelmente mais animado que The Black Parade. Alguns dos destaques incluem "Death Before Disco", um explosiva música anti-festas que é uma referência ao MC5, a armonica "Bulleproof Heart", e "Black Dragon Fighting Society," uma música animada e no estilo old-school punk. Mas Way suavemente diz que não há pressa para lançar o álbum, ainda sem título, cuja data mudou da primavera para o outono: "Uma vez que você abre algo lírico ou estético, então ocorre uma inundação. As vezes demora até que essa inundação ocorra."
"Eu ouvi o álbum conforme ele ia se desenvolvendo, e o que é mais impressionante é o controle de qualidade da banda," diz o escritor de comic-book Grant Morrison, amigo de Way, que frequentemente escuta os projetos em andamento. "Músicas das primeiras sessões, que eu achei que eram ótimas, foram removidas sem piedade, para colocar músicas que são, sem dúvida melhores. Eles quiseram superar e incluir a influência do The Black Parade. Este é o som de uma banda que está na posição invejante de poder fazer o que acham certo como artistas."
Faminto após as compras, Way almoça no Gyu-Kaku, uma nova rede de restaurantes Japoneses - "uma divertida e interativa experiência gastronomica!" seu slogan diz - onde as pessoas grelham sua própria carne. "The Black Parade foi uma loucura," ele explica enquanto almoça. "Dessa, vez nos demos ou pouco mais de espaço para fazer a parte artística, o conceito." Para esse fim, Way chamou a vencedora do Oscar Collen Atwood - ela trabalhou com Tim Burton) para fazer as roupas da banda. (Ela criou as roupas com estilo militar para o Black Parade). Way está se inspirando em Blade Runner - trajes que são mais como uma coleção do que uniformes. "Algo que ainda não foi feito," ele diz. "Bad Romance" da Lady Gaga começa a tocar no restaurante. "Eu gosto pra caralho dessa música. Eu adoro a letra. Embora..." ele para por um momento "a parte do la-la-la parace um lugar reservado pra ser substituido depois." De qualquer forma, ele diz "Gosto pra caralho!"
Se essa variação de angústia pareça mais colorida, é por que é: Esse tempo serviu como cura para Way. Enquanto muitas bandas reclamam sobe o tempo na estrada, Black Parade foi realmente uma série de acontecimentos desagradáveis. O Guitarrista Frank Iero desenvolveu uma infecção após remover seu dente do siso. O baterista Bob Bryar que recentemente deixou a banda, queimou sua perna durante a gravação de "Famous Last Words" que resultou em uma infecção sanguínea. Durante a mesma gravação, Way rompeu os ligamentos de seu tornozelo. E o guitarrista Ray Toro, Bryar e a maioria da equipe da banda sofreu com intoxicação alimentar durante a turnê de 2008. No final, o baixista Mikey Way - irmão mais novo de Gerard - foi o único a sair ileso.
Enquanto isso, a banda, agora oficialmente famosa, era o rosto de duas controvérsias. Primeiro, o jornal britânico The Daily Mail considerou o My Chemical Romance com um "culto emo de suicídio" após uma fã de 13 anos ter se enforcado. A faixa "Teenagers" foi selecionada por letras contra autoridades como "They say all teenagers scare the living shit out of me / They could care less as long as someone'll bleed / So darken your clothes or strike a violent pose." (A banda fez uma declaração dando seus pêsames e esclarecendo que o temo por trás do The Black Parade era na verdade de esperança.) E no México em 2008, várias gangs fizeram ataques contra "emos" - identificados pelo lápis de olho, cortes de cabelo e roupas pretas. " “No méxico ocorreu o pior caso. Isso se tornou uma epidemia." diz Gerard. "Eu me senti muito mal por isso. Ao mesmo tempo que eu condeno esse tipo de crime, porque eu diria para alguem deixar de ser quem é? Isso seria irresponsável.”
No final da turnê a banda estava exausta. "Não era divertido no final, e foi o mais próximo que chegamos de desistir - como uma unidade." Diz Way. "Foi mais como, 'Nós desistimos', não 'Eu desisto'. Sem diversão." Então o que os manteve juntos? "O fato de que sabíamos que tínhamos mais a dizer, e muito mais a fazer."
Uma das coisas que mais alterou a vida de Gerard - se casar com a baixista Lindsey "Lyn-Z" Ballato - aconteceu na estrada. Eles se conheceram em 2002, quando o My Chemical Romance abriu o show da banda de Ballato, Myndless Self Indulgence, mas não ficaram juntos até que suas bandas tocaram juntas na Projekt Revolution de 2007. "Quando eu soube que tocaríamos com eles, eu começei a correr," diz Ballato, que se formou pelo Pratt Institute. Diz a Way "Eu começei a fazer dieta." Eles se apaixonaram rapidamente, se casando dois meses e meio depois no backstage do Coors Ampitheater em Denver, Colorado, após um show; um integrante da turnê realizou a cerimônia. Na próxima manhã, diz Way, "nós acordamos e fomos na Zales em um shopping comprar alianças. Acho que custou umas centenas de dolares." O My Chemical Romance terminou a turnê logo após as núpcias, quando "Eu fui com minha esposa para New Orleans, pois ela tinha um show lá" Way balança sua cabeça. "Então eu estava em turnê com ela."
Hoje em dia, o casal está mais doméstico, ficando em sua casa em Mt. Washington - uma casa de um andar, com estilo espanhol com telhado com beiral de madeira nas colinas de Los Angeles. Fãs ocasinalmente querem tocar a campainha, mas a casa e um forte, cheia de alarmes. Way e Ballato dividem a casa com seu bulldog francês chamamdo Susan, assim como sua risonha filha de um ano, Bandit. "Eu gostei de como soava," Ballato diz sobre o nome, "[Um dia] eu sei que ela irá me odiar por um tempo." Way interrompe: "Mas quando ela chegar na escola de arte, ela irá adorar."
Ballato, com olhos grandes, uma voz suave e disposição - costumava ser assistente do artista Ron English e atualmente está criando peças para sua primeira exibição solo no inicio de setembro na galeria de arte Royal/T em Culver City. O tema: seu próprio funeral. "É meu funeral, mas será uma grande festa," ela diz. As festividades incluem uma maquete de uma procissão baseada no Dia dos Mortos mexicano e funerais com jazz de New Orleans, "onde as pessoas se juntam à procissão e nem sabem quem morreu" ela diz animada. "Eles apenas vão para dançar pois a música é tão boa."
No estudio alugado ao lado de sua casa, Way planeja trabalhar na capa do álbum. "Quais nomes estão na lista? O último que eu realmente gostei foi Conventional Weapons: We're No Match For Them." Julgando por títulos passados que incluem "You Know What They Do To Guys Like Us In Prison" e "Honey This Mirror Isn't Big Enought For The Two Of Us" ele com certeza gosta de apelações literárias. "Eu peguei isso do Morrisey," ele explica. "Tinhamos pouquissimas músicas quando iniciamos a banda, que não conseguiamos um set nem de 15 minutos. Então tocavamos um cover de 'Jack The Ripper.'" Way quer que a arte do próximo álbum seja uma antítese da estética estilizada do The Black Parade: "Dessa vez será uma conbinação de fontes limpas" - fontes sendo uma de suas obsessões - "e fotografia um pouco suja, com estilo de Polaroid." Sobre aqueles livros da Pantone que ele comprou antes? "Na verdade eu quero desenhar uma 'bíblia' para a parte do marketing. Para que não estraguem o material promocional. Não há nada pior do que ir a uma cidade e o cara da gravadora ou promotor coloca a coisa errada em seu poster. Tipo eu diria, "Azul", mas não é o azul na minha cabeça." Eu digo que ele está começando a parecer meio insano. Ele ri. "As minúcias são importantes pra caralho. Sem os detalhes não existe um inteiro."
Como diz a lenda, o My Chemical Romance surgiu das cinzas do ataque de 11 de setembro. Isso é verdade para todos os propósitos. O evento que foi que pode ser testemunhado claramente de sua casa em Jesey do outro lado do Rio Hudson, inspiraram Way a escrever sua primeira música, "Skylines and Turnstiles."
Ela apareceu mais tarde no álbum de estréia da banda, I Brought You My Bullets You Brought Me Your Love, de 2002. Mas essa é a história romantica da origem do grupo. O My Chemical Romance na verdade começou num portão de um duplex em Belleville, New Jersey, onde Gerard e Mieky foram criados por seu pai, um mecânico, e sua mãe uma cabelereira. (a quem Gerard descreve como uma "loira oxigenada usando algum tipo de roupa com estampa de leopardo, totalmente rock 'n' roll," pode ser vista com frequência nos shows do My Chemical Romance.)
"Era escuro pra caralho lá. Só tínhamos alguns raios de show, eu e Mikey eramos como topeiras." Ele lembra. "A vizinhança era meio perigosa – você se acostuma a usar a imaginação para não precisar sair de casa." Sua criatividade era sempre encorajada por Elena, sua avó que morava no segundo andar, e criava peças de porcelana pra passar o tempo. Ela comprou o primeiro comic de Gerard - uma edição da Marvel de Capitão América, junto com uma versão de pelúcia do cartoon que lutava contra o crime Super Picke - quanto tinha oito anos, quando estava de cama com amigdalite. Além disso, ela ainda convenceu Way a fazer uma audição para o papel principal em uma peça escolar de Peter Pan. "Era eu fazendo o teste contra garotas, e eu tinha um alcance muito melhor," ele diz rindo. Infelizmente para sua vida social, ele conseguiu o papel.
O álbum que tornou o My Chemical Romance conhecido, Three Cheers For Sweet Revenge, de 2004, teve como tema a morte de Elena - sua música principal sendo "Helena", uma poderosa e catártica música sobre a maior musa dos irmãos Way. Você nota como um monte de artistas de hip-hop, eles irão dedicar seus álbums para as avós," ele diz. "Quando fomos no VMAs naquele ano, basicamente todos cos artistas de hip-hop disseram o quanto gostavam do álbum – Jay-Z, Pharrell, Mike Jones, Puffy."
A morte sempre esteve ao redor de Way. Enquanto estava crescendo ele tinha que passar por uma funerária para chegar até a loja de quadrinhos. Mas, ele diz, "minha fixação por morte na verdade vem do fato de eu ser católico e ter ido em muitos velórios." Ele cresceu em uma comunidade italiana no estilo Sopramos, mas mais calmo. "Era assim - 'você soube que esse ou aquele cara morreu? - quase todo dia." Depois sua vida se tornou mais como Jersey Shore. "Tinha esse bar, chamado Joey's. Toda noite havia uma briga - eles adoravam bater uns nos outros. Isso é totalmente real. Quando eu assito o programa, é como voltar pro colégio - você ou era um idiota, ou um jogador ou um excluido."
Way se enquadrava na última categoria, ele era o tipo de garoto que usava cabelo bagunçado, uma jaqueta militar sobre uma camiseta de filme de terror. "Um adolescente com estilo Taxi Driver," ele diz. "Eu era invisível. Eu andava com uns caras mais velhos, que fumavam maconha e ouviam metal. Eu já gostava de heavy metal - você ainda pode ouvir um pouco da influência de Judas Priest em sua música - "mas eu tinha passado a gostar de punk." Em casa ele iria tocar sua Fender Stratocaster. "Mesmo naquela época, ele levava jeito para melodias," diz Mikey. Mais tarde eles iriam descobrir o indie rock. "Meu irmão e eu trabalhavamos em um supermercado, e literalmente todo nosso dinheiro era gasto com CDs," diz Mikey. "Lembra quando você tinha que comprar o single importado, e pagar, tipo 20 dolares por uma música?" Quando eles tinham dinheiro, eles pegariam o trem PATH e iriam para Manhattan para um show do Blur, Weezer ou Pulp. "Smashing Pumpkins no Madison Square Garden mudou minha vida," Gerard comenta. "Nós os vimos e dissemos, 'É isso que queremos fazer.'" Em 09 de maio de 2008, o My Chemical Romance tocou no Garden.
De todos os lugares em que Gerard já foi, ele tem um carinho especial pelo Japão. Além do fato de terem as melhores papelarias do mundo, as visitas ao país transformaram Way. "Você é como um alien lá, você tem uma visão clara quando anda por lá," ele diz. Nos shows, "você realmente sente que os fãs projetam suas esperanças, medos e sonhos em você. Uma coisa que eu sempre posso notar neles é que eles estão genuinamente felizes por você. No Japão eles te lembram do quão abençoado você é."
O My Chemical Romance fez sua primeira turnê no Japão em 2005. Nessa época, Way estava passando a maior parte de seu tempo na estrada - as imagens no DVD Life On The Murder Scene mostam ele em seu pior momento. Após um show no Japão, Way disse que ele estava "andando por ai e fazendo papel de idiota", e deixou o palco para vomitar em uma lata de lixo. Toro conversou com o empresario da banda e disse, "Cara, ele está doente. Consiga ajuda pra ele." De alguma forma, Way conseguiu superar. "E foi isso," ele diz.
Ele teve uma volta pra casa agonizante, devido a falta de álcool, remédios e cocaína. Depois de aterrisar, o vocalista foi direto para seu psicólogo. "Eu estava suando e ele disse, 'Eu não que você precisa ir para o hospital. Mas eu quero que você vá a uma loja de discos e compre Music for Airports do Brian Eno e sente em seu carro e escute. Então vá pra casa e prepare-se para ir pro AA," diz Way, que está sóbrio desde então. "E meu psicólogo na verdade me fez gostar de Brian Eno." (Em retorno, o psicólogo, ganhou um "thank you" nas notas do Three Cheers For Sweet Revenge.)
Pergunte a ele por quanto tempo ele está sóbrio, e Way - que diz que beber é uma memória distante - nem saberia te dizer. Assim, a visita mais recente da banda ao Japão, tocando no Summer Sonic Festival em 2009, foi diferente. "Nós tocamos umas das músicas novas, e a reação foi incrível," diz Mikey. "Eu acho que quando estavamos naquele estádio, nos inspiramos novamente [a voltar para o estúdio]."
Depois de voltar da Summer Sonic, Way conversou com seu velho amigo Geoff Rickly, da banda de hardcore Thurday. "Ele pergunta, 'O que vão fazer agora?' Eu disse, 'Meu instinto me diz que eu preciso fugir'. Ele disse, 'Eu entendo: você está falando sobre fugir de você mesmo. Nem é mais você; [o My Chemical Romance] se tornou esse monstro que você não consegue controlar.'"
Way pegou sua esposa, alugou uma casa no deserto da California, e apenas descansou. Então ele meditou? Leu? Colocou pensamentos profundos em seu caderno japonês? "Linsey e eu estavamos escrevendo letras sem medo, despreocupadas e irresponsáveis," ele diz. Verdade, ele está feliz nesses dias, mas os fãs podem ficar tranquilos pois way não irá comprometer sua perspicácia amarga. "Uma das minhas preferidas é uma música chamada 'Detonator Baby', é 'soque uma celebridade' ou 'cuspa em uma celebridade.' Provavelmente será 'cuspa.'" Ele pausa para contemplar isso. "Pois socar não é tão violento quanto cuspir," ele diz, inorando a presença de pessoas que estão olhando para ele pois o reconheceram. "Eu adoraria cuspir em uma celebridade."















lerei.
Foi a melhor reportagem que eu já li desse ano
Tb acho õõõõo/
Com ctz, a melhor msm!
“ignorando a presença de pessoas que estão olhando para ele pois o reconheceram.”
errr… não gostei mto dessa parte, mas ok.
eu achei irônico, HSOAIHSIOHASIA q ♥
nem sei o que falar agora :O
ALOKA Q
*-*
o_o
:B
…
Adorei adorei isso, mesmooooo. Nem tenho muito o que dizer, mas também concordo que foi a melhor e omg, esse novo album tá me matando de curiosidade .-.
reportagem*
Só teve uma coisa meio triste: “passou da primavera para o outono” -
OOO espera q me mata!!
Reportagem incrível!!
e olha o Way gastando o meu dinheiro…$1,823? pode ter certeza q alguma parcela dos meus centavos com cd, dvs, revistas, camisetas e afins do Mcr, estava incluido nessa quantia gasta *___*
puts….adooooreeeeiiii a entrevista!
amei essa reportagem *-* só não gostei da parte do japão, que mania de amar aquele pais, não tem nada demais lá. e nós? e o mcrmybr? quem é que sempre ajuda? recebemos pouco reconhecimento ow u_ú
reportagem muito cool
Tanta coisa que nem sei o que falar… AHSDUHASD’
É, realmente, Japão toda hora ;; ;; ;;
ah, a reportagem tá linda, tá feliz, tá alegre. q
gostei muito mesmo, mas concordo que fala de mais do japão, nunca fui lá, mas não deve ser tudo isso não. :B
a melhor reportagem que eu li, nos últimos tempos!
não aguento mais esperar o novo disco! eu estou explodindo de curiosidade! o álbum vai ser perfeito. ♥
Adorei a reportagem ’0′
Ótima!
é só dar uma cuspida pra cima, Gerard, meu amigo.
haha n adorei a matéria, uma das melhores que já li.
UIAHSAUHSAAIHSAHIUA eurilitros =]]
“No final, o baixista Mikey Way – irmão mais novo de Gerard – foi o único a sair ileso.” – tem muita sorte na vida ah?’ xD
Adorei ,D
adorei essa entrevista…..Gerard super random…..aiuhahsiuahiauhs
O que eu achei estranho foi o Bob ter aparecido no ensaio, mesmo tendo deixado a banda.
ah amei essa entrevista!!!